07 a 10 de abril de 2026 | Universidade Federal Fluminense – Niterói – RJ
Campus do Valonguinho – Prédio do Ineac (Física Velha)

O IV Simpósio Internacional promovido pelo Laboratório de Estudos sobre Conflito, Cidadania e Segurança Pública (LAESP) tem por objetivo promover um espaço de debates e reflexões a partir de pesquisas empíricas, de caráter comparativo, sobre as crises do tempo presente (sanitária, econômica, democrática, securitária) e seus efeitos sobre processos de administração de conflitos e dos riscos inerentes a vida cotidiana.

Serão realizadas mesas de debates, como também Grupos de Trabalhos com o objetivo de estabelecer diálogos que possibilitem refletir sobre similaridades e, sobretudo, contrastes envolvendo as transformações recentes na organização do espaço público urbano de regiões do chamado Sul-Global.

O evento terá como propósito contribuir com as reflexões sobre o entrelaçamento ou a concorrência entre si de perspectivas contemporâneas de vigilância e controle dos comportamentos e ações, possibilitando ou não modos específicos de circularidades, sociabilidades e encontros, incidindo sobre as expectativas de mobilidade social dos sujeitos e objetos.

PROGRAMAÇÃO 

7 DE ABRIL | PRESENCIAL

9h
Grupos de Trabalho (GTs)

  • GT 1 – Sessão 1 – Sala 5
  • GT 2 – Sessão 1 – Sala 7
  • GT 3 – Sessão 1 – Sala 3

13h
Mesa de Abertura – Sala 10

14h
Mesa: Militarização do Policiamento e Governança pós-Estado de bem-estar: ameaças à segurança, tensões e resistências na gestão de populações nas margens. – Sala 10

8 DE ABRIL | PRESENCIAL

10h
Mesa: Etnografia visual e ética da pesquisa: debatendo a arte de registrar os efeitos da barbárie no Rio – Sala 10

14h
Grupos de Trabalho (GTs)

  • GT 1 – Sessão 2 – Sala 5
  • GT 2 – Sessão 2 – Sala 7
  • GT 3 – Sessão 2 – Sala 3
9 DE ABRIL | PRESENCIAL

9h
Grupos de Trabalho (GTs)

  • GT 1 – Sessão 3 – Sala 5
  • GT 2 – Sessão 3 – Sala 7

14h
Mesa: Fazer cidade de baixo: a luta por moradia como espaço de imaginação política e epistemológica sobre o urbano – Sala 10

17h
Coquetel

10 DE ABRIL | PRESENCIAL

10h30
Mesa: Avaliando e evidenciando o impacto da pesquisa: explorando experiências britânicas – Sala 10

15h
Oficina: Oportunidades no Birmingham Brazil Institute para a UFF: captação de fomentos internacionais para soluções transnacionais – Sala 10

18h
Encerramento

GRUPOS DE TRABALHO

Coordenação: Elizabete Albernaz (LAESP/Wits University); Eduardo Rodrigues (LAESP/PPGJS/UFF/Colégio Pedro II)

O GT receberá resumos de trabalhos empíricos versando sobre a gestão de territórios ou regiões por grupos armados – forças policiais militarizadas ou não, narcotraficantes, grupos paramilitares, entre outros – cujas dinâmicas ensejam formas de controle que possibilitam o desenvolvimento de economias morais e de mercados no Sul-Global. Em particular aquelas onde as dimensões do legal e do ilegal constituam polos de tensão entre os quais uma infinidade de fenômenos e relações – os chamados ilegalismos sejam observados. Levando-se em consideração os possíveis circuitos e circularidades de sujeitos e objetos, será estimulada a reflexão sobre os impactos da violência armada sobre a formação de empreendimentos espaciais que reverberam em variados conflitos violentos locais e, neste diapasão, quais representações podem ter os grupos sociais controlados e/ou dominados acerca do conteúdo contemporâneo do que venha a ser “Estado”.

Palavras–chave: Ilegalismos; Territórios; Práticas Militarizadas; Violência; Controle

Sessão 1 – Ilegalismos e gestão da (in)segurança (07/04 9h na Sala 5)
Comentarista: André Saldanha (UNI-RIO)

A produção institucional de dados sobre criminalidade: o caso do Observatório de Segurança Pública de Niterói
Felipe da Costa Brito
Observatório de Segurança Pública de Niterói
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Ilegalismos e Controle Territorial no Brasil: A Bancada da Bala e o Bolsonarismo
Gerson Pereira Minguta
PPGHS/UERJ
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Dinâmicas territoriais e a gestão de ilegalismos: o papel do OSPNit na produção institucional de dados em Niterói
Luciano dos Santos Avelar
Fabio Soares Queiroz
Felipe da Costa Brito
Observatório de Segurança Pública de Niterói
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Tecnologia como qualificadora da ação policial. O caso de Niterói.
Paulo Henrique Azevedo de Moraes
Laesp/UFF
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Sucesso e morte: a racionalidade cínica na produção institucional
Edgar Lopes Ribeiro de Souza
UNIRIO e PPGJA-UFF.
Vanessa Rêgo Menezes
PPGJA/UFF
Prof. Dr. Rogério Dultra dos Santos
PPGJA/UFF
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Sessão 2 – Práticas militarizadas e seletividade (08/04 14h na Sala 5)
Comentarista: Leonardo Brama (INCT-InEAC/UFF)

Reflexividade, decisão e seletividade na ação policial: limites do controle jurídico da letalidade no Rio de Janeiro.
Pedro Novoa
PPGD/UERJ
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A circulação de narrativas e a produção da verdade jurídica: uma etnografia da comunicação institucional da Polícia Militar no Rio de Janeiro
Eneas da Silva Oliveira Lima
FND/UFRJ
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Reflexões sobre Operações Policiais na cidade do Rio de Janeiro
Juliana Moreira Lopes
PPGSD/UFF
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Controle territorial e produção de ordem: BOPE, militarização e os mercados informais na favela Tavares Bastos (2000 – 2025)
Natasha Uchôa Radsack
UERJ
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Os agentes de segurança pública do estado do Rio de Janeiro e a regulamentação da maconha no Brasil
Yuri José de Paula Motta
PPGSD/UFF
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Sessão 3 – Territórios armados e moralidades (09/04 9h na Sala 5)
Comentarista: Lenin Pires (IAC/UFF)

Neopentecostalismo e suas relações periféricas. A fé como justificativa de expansão territorial.
Rodrigo Andrade
Colégio Pedro II
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“Doa a quem doer”: fundamentos do apoio evangélico à luta do Bem contra o Mal na área da segurança pública
Prof. Dr. Edilson Márcio Almeida da Silva
PPGA/UFF
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“Gestão inteligente” e “moral de cria”: uma etnografia sobre governamentalidade e administração de conflitos em ‘lugares chamado de favela’
Ricardo Nemer Silva
PPGSD/INEAC-UFF
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A localização das Comunidades Terapêuticas: o caso da Comunidade Católica Imaculada Conceição
Roberta Custodio Cavedini
INCT- InEAC/UFF
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Coordenação: Thiago José (LAESP/ UFF); Rose Ferreira (LAESP/UFF)

O GT Direito(s), Controle Social e Práticas Institucionais receberá resumos de trabalhos empíricos nas mais diversas fases de desenvolvimento que tangenciam questões relativas às instituições judiciárias e judiciais (polícia judiciária, penitenciárias, tribunais, juizados, Ministério Público, Defensoria Pública, advocacia privada, entre outros) naquilo que se refere ao trato da criminalidade e das formas de controle que operam sobre as relações sociais. Serão privilegiados trabalhos que combinem descrição e análise das práticas de atores dessas instituições. Espera-se discutir como linguagens, rotinas, hierarquias, moralidades e sensibilidades operacionalizadas por atores estatais podem produzir significados sobre legalidade, justiça e cidadania.

Palavras-chave: Instituições Judiciárias; Controle Social; Criminalidade; Práticas Discursivas; Burocracia; Moralidades

)Sessão 01: Práticas Institucionais, Discricionariedade e Produção da Legalidad (07/04 às 9h na Sala 7)
Comentarista:
Ledilson Lopes

1. A AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA NO BRASIL E NA RÚSSIA: UM ESTUDO COMPARADO SOBRE O CONTROLE JURISDICIONAL DA PRISÃO
Profa Agnes Christian C.F.
Alexandrovna Dybova
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2. ITEM 2, SALA 3: AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA SOB UMA PERSPECTIVA ETNOGRÁFICA
Jéssica de Oliveira Ferreira – Universidade Federal Fluminense
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3. SELETIVIDADE PENAL EM PRETO E BRANCO: HABEAS CORPUS, TRÁFICO DE DROGAS E A CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA NO RIO DE JANEIRO
Luís Cláudio Vieira da Silva (Universidade Estácio de Sá
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4. “Meras qualidades pessoais”: uma discussão sobre arbitrariedade e discricionaridade administrativa no âmbito dos processos administrativos disciplinares
Ana Luísa Parada Nagashima (UFF)
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5. A construção discursiva da função do Estado na Argentina a partir da gestão diferenciada do ilegalismos
Francisca Mormina (LAESP/INCT-InEAC
Ignacio Vernazza (FCNyM, UNLP
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Sessão 02 – Controle social, gestão da punição e práticas institucionais. (08/04 às 14h na Sala 7)
Comentarista:
Lauriani Albertini 

1. Povo de Israel: práticas, regras e moralidades em dois presídios na região metropolitana do Rio de Janeiro
Jaider dos Santos Costa (Neanf/LAESP/PPGSD/UFF)
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2. Como nasce uma política pública: os percursos sociais, políticos e institucionais
Vinicyus Ferreira dos Santos Sousa
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3. Dimensões do corpo e a presença negada de Terreiros: desafios à assistência religiosa nos presídios
Djean Ribeiro
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4. A APLICAÇÃO DAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS SOBRE OS ATOS INFRACIONAIS COMETIDOS PELOS ADOLESCENTES
Raymundo Nonato de Almeida Santos Doutorando PPGSD/UFF
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5. Reincidência juvenil e práticas institucionais: evidências empíricas do sistema socioeducativo
Fernanda Pereira de Castro (PPGJS/UFF e DEGASE/RJ)
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6. “Aqui tem menos esculacho”: a adolescentes que cumprem medida socioeducativa de semiliberdade, dinâmicas de violência e circulação pela cidade.
Juliana Vinuto (Universidade Federal Fluminense)
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Sessão 03 – Tecnologias, Subjetividades e Novas Formas de Controle (09/04 às 9h na Sala 7)
Comentarista:
Ana Nagashima

1. VIGILÂNCIA ALGORÍTMICA E PODER PUNITIVO: ENTRE A RACIONALIDADE TECNOLÓGICA E A RECONFIGURAÇÃO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA
Isabela Bruna M M Sá
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2. DO DIREITO À DISSONÂNCIA: A Produção da Legalidade em Contextos de Desigualdade
Lauriani Porto Albertini Doutoranda
PPGA/UFF INeAC/UFF LAESP/UFF
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3. Policiamento preditivo e presunção de inocência: crítica hermenêutica da racionalidade algorítmica no sistema de justiça criminal
Marcelo Shad Universidade Estácio de Sá
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4. A machosfera e a personalidade autoritária em Theodor Adorno: o convencionalismo no RedCast
Anne Beatriz Mesquita Silva,
Eliene Rodrigues da Silva Pinto, 
Felipe Ribeiro Malhó
Universidade Federal Fluminense.
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5. Tecnologia proibida: uma proposta de estudo sobre a Lei 15.100/2025, das inteligências artificiais e seus efeitos em diferentes unidades escolares-
Marcos Verissimo
Nathália Araújo de Oliveira Pinto
André de Souza Santos
Karen Dias
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6. O Terreiro como Arena Política: dispositivos de regulação estatal e mobilização de povos de terreiro em Volta Redonda (RJ)
Mariana Magno Lessa Ribeiro
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Coordenadores: Rômulo Labronici (LAESP/DSP/UFF); Vanusia Drumond (LAESP/PPGA/UFF)

O GT tem como objetivo, através da discussão com pesquisas empíricas de pesquisadores dos mais diversos estágios de formação acadêmica (graduandos, graduados, pós-graduandos e pós graduados), compreender o trabalho como sujeito das transformações em curso. Com isso, contemplará temas de pesquisa de diferentes áreas do conhecimento dando lugar a discussões que analisem os novos sentidos, relações, organizações, gestão e processos do trabalho; o fenômeno da uberização; empreendedorismo; empregabilidade; flexibilização; informalidade; precarização/precariedade no trabalho e formas de existências associadas; entre outros.

Palavras- chave: Mundo(s) do Trabalho; Informalidade; Empreendedorismo; Precariedade; Uberização; Circularidades.

Sessão 1 – Entre o Público e o Privado: Desigualdades Interseccionais e o Direito ao Tempo. (07/04 às 9h na Sala 3)
Comentarista: 
Talita Míriam

“Não vou pagar pra ver”: precarização e relações de trabalho entre trabalhadores públicos e terceirizados em uma universidade federal
Karina de Paula (PPGA – Universidade Federal Fluminense)
Marcela Peixoto (DSP/IAC – Universidade Federal Fluminense)
Dayana Lapa (DSP/IAC – Universidade Federal Fluminense)
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Quem sustenta a escala 6×1? Trabalho, cuidado e a sobrecarga das trabalhadoras no Brasil
Ludmila Rodrigues Antunes – UFF
Mariane Pereira Rodrigues – UFF
Fábio de Medina da Silva Gomes – UNEMAT
Jennefer Gomes Vieira – UFF
Maria da Graça Silva – UFF
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A pobreza de tempo e o direito aos cuidados dos trabalhadores da escala 6×1.
Isabel Cristina SoaresTebaldi Gomes- PPGSD UFF
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ENTRE A INSEGURANÇA E A PRECARIEDADE: JUVENTUDE, TRABALHO E POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL.
Thais Falone Bernardes
Fundação Getulio Vargas (FGV)
Julio Cesar de Aguiar
Fundação Getulio Vargas (FGV)
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Sessão 2 – Sujeitos de Risco: Plataformização e Novas Fronteiras da Informalidade. (08/04 às 14h na Sala 3)
Comentador
: Fábio Medina

Entre Tubarões e Peixes-Dourados: Uma etnografia da precariedade no mercado de apostas esportivas
Lucas Andrade Menezes Vieira – Graduando em Segurança Pública- UFF
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CULTURA E CIDADANIA NA PLATAFORMIZAÇÃO DO TRABALHO: PRECARIZAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE SEGURANÇA
Juliana Regina Freitas de Azevedo Felipe (PPGJS/UFF)
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INFORMALIDADE ESTRUTURAL E UBERIZAÇÃO DO TRABALHO: LIMITES DO DIREITO DO TRABALHO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO
Luis Carlos de Sousa Pereira (PUC-SP)
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PREVENÇÃO DO BURNOUT EMTRABALHADORES: UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE EDUCAÇÃO EM SAÚDE MENTAL
Renato Freitas Filho- Universidade Candido Mendes
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MESAS TEMÁTICAS

07/04 às 14h - Militarização do Policiamento e Governança pós-Estado de bem-estar: ameaças à segurança, tensões e resistências na gestão de populações nas margens

Sabina Frederic (UNQ/CONICET)

A antropóloga e ex-ministra de seguridad argentina discutirá com pesquisadoras e pesquisadores participantes do Simpósio como a militarização do policiamento, na América Latina, vem colocando em xeque os processos de redemocratização observados na região, particularmente a partir dos anos 1980 e, sobretudo, em função dos acordes neoliberais que envolve países como Argentina, Brasil, Venezuela, Colombia, entre outros.

Sala 10

09/04 às 14h - Fazer cidade de baixo: a luta por moradia como espaço de imaginação política e epistemológica sobre o urbano

Elizabete Albernaz (Wits University/LAESP) e Matthew Wilhelm-Solomon (Wits University)

A partir dos trabalhos etnográficos de ambos os pesquisadores, na África do Sul e no Brasil, a mesa propõe refletir sobre como processos de luta de movimentos sociais que reivindicam o direito à moradia podem ser fontes para a imaginação sociológica e de alternativas para políticas urbanas mais inclusivas.

Sala 10

08/04 às 10h - etnografia visual e ética da pesquisa: debatendo a arte de registrar os efeitos da barbárie no rio

Natasha Neri e Vitor Santiago

Esta mesa propõe discutir, a partir das experiências dos participantes, aspectos relacionados à produção cinematográfica de documentários sobre os processos de violação de direitos da população negra e periférica, no Rio de Janeiro, perpetrada por agentes e representantes do Estado. No centro do debate, as estratégias e decisões de natureza etnográfica para a construção dos dados e o compromisso ético para com os participantes, sobretudo as vítimas diretas ou indiretas das violências. A mesa se propõe a debater as potencialidades e limites da utilização das técnicas cinematográficas para dar visibilidade aos desafios enfrentados por estas populações na luta por garantias de direitos.

Sala 10

10/04 às 10h30 - Avaliando e evidenciando o impacto da pesquisa: Explorando experiências britânicas

Ângelo Martins Junior (Universidade de Birmingham)

Quais os impactos concretos que os trabalhos acadêmicos geram na sociedade? Como os mesmos podem ser avaliados? Qual a importância da coleta e validação de evidências para comprovar o impacto real das pesquisas desenvolvidas? Quais métricas e variáveis são mais utilizadas internacionalmente? Como a CAPES e demais agências de fomento, no Brasil, estão lidando com essa crescente inclinação, em nível internacional? Estas e outras questões serão discutidas pelo sociólogo e professor da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, Ângelo Martins Júnior, que buscará compartilhar seus conhecimentos e experiências, para discutir com pesquisadores e membros da sociedade civil acerca das tendências atuais relacionadas à produção científica e do que tem sido considerado relevante acadêmica e socialmente em contexto de internacionalização e inovação.

Sala 10

OFICINA

10/04 às 15h - Oficina: Oportunidades no Birmingham Brazil Institute para a UFF Captação de fomentos internacionais para soluções transnacionais

Ângelo Martins Junior (Universidade de Birmingham)

O diretor do Birmingham Brazil Institute realizará uma apresentação sobre a iniciativa da Universidade de Birmingham dedicada a realizar variados estudos relativos ao nosso país, nas mais diferentes áreas. Complementarmente, será feita uma discussão sobre os mecanismos de captação de recursos nas instituições de fomento à pesquisa, na Europa.

Sala 10

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